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Channel: A Pipoca Mais Doce
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Epic Sana Luxury Bootcamp #2: adaptação ao terreno

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O que para muitos de vós deve ter sido um domingo de paz e sossego, com aqueles almoços típicos em que se enfarda este mundo e o outro, para nós foi um domingo de malhação intensa. Depois do pequeno-almoço (trazem tudo à mesa, não temos autorização para enfiar o nariz no buffet) começámos com a avaliação física (medooooo!) e um aquecimento do qual saímos todos praticamente a suar em bica. Era só o aquecimento. Seguiu-se uma corridinha de três quilómetros à volta do resort, que teria sido peanuts se não houvesse uma subida dos infernos. Cada vez que lá passava (foram três vezes) amaldiçoava a minha vida. Eu corro, senhores, mas eu corro devagar e em terreno plano, não me apareçam cá com subidas que eu fico-me logo ali. Apesar de tudo, não foi mau, consegui fazer um tempo decente e evitei a humilhação pública. Na corrida, porque no resto já não foi assim tão bom. E o resto foram abdominais, flexões, saltos e todo um conjunto de coisas giras. 


À tarde, nova dose. Uma coisa inventada pelo nosso PT com o sugestivo nome de Warrior Ultimate Challenge e que eu vos vou explicar assim muito rapidamente. Ora bem, num enorme relvado tínhamos quatro estações diferentes. Numa tínhamos de levantar pesos, na outra tínhamos de fazer abdominais com elevação das pernas ao mesmo tempo que segurávamos uma bola medicinal, na outra tínhamos kettlebells e na última tínhamos de fazer agachamentos com peso. Não vos parece um programa fantástico? Não estão aí a roer-se de inveja? Acredito que sim.  Mas falta a parte melhor, que é eu dizer-vos como é que isto tudo se processava. Ora bem, tínhamos de ir a correr de estação em estação e fazer séries repetidas em cada uma delas. Primeiro duas repetições, depois quatro, depois seis, até às vinte. Chegados às vinte repetições, fazíamos o mesmo, mas a descer. Ou seja 18, 16, 14, até chegarmos às duas e aí acabava. Quanto tempo é que eu levei a fazer isto tudo, perguntam vocês em euforia? Uns módicos 55 minutos, possivelmente os mais agradáveis da minha vida. Ah, convém acrescentar que, a meio, começou a chover, o que tornou toda a experiência ainda mais ternurenta.
O dia de trabalho terminou com uma reunião com a nutricionista, que nos falou um bocadinho da alimentação que vamos fazer ao longo deste bootcamp. Para já, ainda não senti fome. Temos muitas refeições e snacks ao longo do dia, por isso não dá para sentir fome propriamente dita. Ao jantar queixei-me ao PT que o meu ponto fraco são os chocolates, que sinto mesmo falta de doces, sobretudo à noite, e ele, um amor, foi-me buscar uma manga. Uma manga…

 Enfim. O primeiro dia de treino passou-se. Dizem que a partir daqui é sempre a melhorar. Não acredito, mas pronto, é preciso fingir que sim. 

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