Tenho a dizer-vos que estou absolutamente espantada com a quantidade de negócios que já me vieram parar ao mail até agora. Tanta coisa gira e interessante que merece ser divulgada, e só passou uma semana desde que esta rubrica foi para o ar. Cheira-me que tenho negócios para publicar até 2023. Infelizmente, e por não terem a ver com o blog e com os temas que por aqui vão sendo abordados, alguns negócios não serão publicados, mas eu prometo avisar os autores sempre que for esse o caso.
Mas esta semana quero mesmo é falar-vos d'A Catraia, o negócio da Iolanda Ferreira. Ora A Catraia é uma startup que recupera peças de mobiliário antigo português. "Ah, está bom, que giro, já vimos isto mil vezes, qual é a novidade?" - perguntam vocês. A novidade prende-se com os materiais usados na recuperação destas peças, como a cortiça, por exemplo. A Catraia tem dois tipos de produtos: os que são criados de raiz e os que são fornecidos pelos clientes que lhes querem dar uma nova vida (e, neste caso, pagam apenas o trabalho criativo). Para além disto, há ainda a colecção "Santos Catraios Não Fazem Milagres". Mas deixo-vos as fotos do trabalho da Iolanda, que valem mais do que o meu blá-blá-blá: